Diante de diversos episódios de instabilidade do governo que comprovam a atual crise política do país, somados à crise econômica agravada pela pandemia do Covid-19 e a total incapacidade de Jair Bolsonaro para ser o Presidente da República, a crítica situação dos estudantes do ensino básico e do ensino superior está se agravando e, simultaneamente, sendo ignorada por diversas instituições de ensino.

Além de estarem com dificuldades no aprendizado em virtude da falta de estrutura do sistema do Regime Excepcional por Contingência (REC) de diversas instituições, muitos estudantes estão com dificuldades para pagar as mensalidades de escolas e universidades privadas, tendo em vista que o desemprego e a redução de salários se tornaram uma realidade durante a quarentena.

Dessa maneira, movimentos estudantis que visam a redução das mensalidades de universidades privadas estão ganhando visibilidade nas últimas semanas. A campanha iniciada pelos alunos da Universidade Presbiteriana Mackenzie logo teve aderência pelas universidades PUC-SP,  Universidade São Judas Tadeu, UNIP e UNIVAP.

Além de ter ganhado o suporte da UNE e da UEE, a campanha chamada “Reduz Mackenzie” conta com o apoio do DCE, DACAM, DAFAM e dos coletivos Leolinda Daltro, Cassandra Rios e Zaha. O movimento já possui mais de 700 seguidores no Instagram. Para participar e aderir a causa, basta o aluno enviar uma foto sua ou dos seus responsáveis financeiros com a hashtag Reduz Mackenzie. Também haverá uma live na página do movimento, na segunda-feira, dia 4, às 20 horas. Para acessar o instagram da campanha, clique aqui.

 

Publicado por Beatriz Marcelino

 

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