Matheus Melo Rodrigues da Silva – 2ºsemestre

Está preocupado em como será quando você arrumar emprego ou não está entendendo seu papel na dinâmica atual desse mundo? Vou tentar ajudar você. É importante que ouçamos pessoas mais experientes, que já estão no ramo que queremos entrar, pesquisemos formas de assumir uma postura – e não necessariamente uma posição de imediato – de destaque, além de conquistarmos as competências necessárias para cada vaga.

O mercado de trabalho atual pode ser visto assim, segundo a reportagem “Como lidar com o conflito de gerações no ambiente de trabalho?” do site da Robert Half – empresa de recrutamento especializado: “várias gerações atuando juntas, dividindo tarefas, responsabilidades e, também, opiniões”. Isso se deve também pelo tão atual assunto: o fato de que a população brasileira, mesmo que, no nosso dia a dia não seja tão visível, está envelhecendo e não necessariamente está saindo dos seus empregos;

Hoje ainda estão no mercado de trabalho as seguintes gerações, e a Robert Half aponta valores e características dessas gerações:

Os Baby Boomers nasceram entre 1945 e 1960, seus valores/estabilidade são constância e estabilidade;

A Geração X nasceu entre 1961 e 1980, preferem hierarquias menos rígidas, mas ainda importam e são profissionais comprometidos, consistentes, ativos e pensam em empreender. *O desafio dessas pessoas é lidar com a tecnologia e acompanhar os processos de mudanças constantes. Sentem-se bastante pressionados pela geração seguinte;

A Geração Y, os Millennials, nasceu entre 1981 e 2000, já entra no mercado de trabalho com a realidade tecnológica. São informais, preferem uma hierarquia menos rígida – pensam que “a organização precisa se adaptar ao indivíduo, e não o contrário”;

“Emocionalmente carentes e instáveis, querem trabalhar por paixão e com aquilo que gostam. Não se prendem a status social e dinheiro…”;

Geração Z

Nascidos a partir de 2001, têm conectividade espontânea com a tecnologia em alta e não conhecem o mundo sem ela. Acostumados com relações superficiais, é desafio da gestão da empresa pensar em como as relações de trabalho vão dar-se com a entrada dessa geração no mercado de trabalho;

Você provavelmente se encaixa em uma dessas duas últimas gerações, certo? Para entrar no sistema, você também precisa – se quer se destacar- pensar, talvez antes da maioria, como as relações de trabalho vão se dar com a SUA entrada nesse jogo. A convivência com pessoas de outras gerações é inevitável, prepare-se para isso. Sonde os ambientes, ganhe confiança e não tente sair vitorioso toda hora em discussões, por exemplo, ou forçar com que pessoas mais velhas que você simplesmente te escutem. Confiança se ganha com o tempo e com calma, assim também a credibilidade.

Estamos chegando às empresas conectados com redes sociais e as tecnologias no geral, o que vamos fazer com isso? O lance é usar isso ao nosso favor, e não como fator negativo. É usar a tecnologia de uma forma saudável, é claro, mas também como ferramenta de organização, produtividade e de consumo de conteúdos que nos façam crescer emocionalmente, profissionalmente etc.

Paralelamente a ter competência para alguma vaga e de usar as suas características ao seu favor, ter o mindset correto também é fundamental. Sobre isso apontou Ricardo Chamon, sócio-fundador do Chamon Santana Advogados, quando deu uma entrevista à Revista Exame, no programa “Sua Carreira” – vale a pena checar os conteúdos que estão disponíveis, lá, hein, clique aqui!

IMG-20190806-WA0027.jpg

É de graça! Inscreva-se: http://www.alumnidireitomackenzie.com

Quando perguntado sobre a expectativa de lideranças de empresas em relação às novas gerações entrando no mercado de trabalho, ele disse que o que mais agrada é “a iniciativa acima de tudo e o brilho no olho, se a pessoa realmente tem vontade de se dedicar a essa carreira…”.

Mas, aí a gente pensa previamente ou, depois que entra no emprego, leva um banho de água fria em relação àquelas atividades chatas, não é? Para isso ele aponta: “é difícil, como eu falei, no início da carreira as tarefas são menos desafiadoras, menos interessantes do que elas vão se tornando ao longo do tempo. Mas, dá para separar quem desde cedo tem brilho no olho e quem não tem.”. Com o tempo, “a vontade de aprender e o entregar aquilo que é pedido” são o que vai dar moral para essa pessoa. “Com isso, a pessoa pode começar a ser chamada para trabalhos cada vez mais interessantes.”.

Há muito mais conteúdo que você pode aprender em relação a esse assunto que pode ajudar muito na preparação para entrar no mercado de trabalho e no foco para se manter nele. Gaste um tempo investindo na qualidade do profissional que você vai ser amanhã. Na real, fazendo isso – conhecendo como e quem está jogando o jogo – você passa na frente de muita gente e, consequentemente, vive com muito menos preocupação em relação ao futuro.

ascensao-5422344.jpg

Fonte da imagem: gazetaonline.com.br

Siga o JP3:

Instagram: @jornalpredio3

Facebook: fb.com/jornalpredio3

Mais notícias e informações:

 

Jornal Prédio 3 – JP3, é o periódico on-line dos alunos e antigos alunos da Faculdade de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie, organizado pelo Centro Acadêmico João Mendes Júnior e a Associação dos Antigos Alunos da Faculdade de Direito do Mackenzie (Alumni Direito Mackenzie). Participe e escreva! Siga no Instagram!