Por Naiara Esposito e Renata Martinelli

Após o sucesso de nossa primeira coluna, seguimos com a segunda edição da Biblioteca Mackenzista.

Confira nossas últimas colunas com a Professora Ana Torezan aqui!

Nossa última matéria foi com o Professor Edson Knippel, confira!

A coluna vai ser uma espécie de “estante virtual” de indicações literárias, todas com base na indicação de professores e professoras mackenzistas. As obras descritas serão jurídicas e não-jurídicas, seguindo qualquer tema que o professor ou professora considere interessante estudantes de Direito conhecerem durante a formação.

Essa semana, recebemos a sugestão de duas obras pelo professor Henrique Garbellini.

Vale lembrar que se vocêfor professor ou professora e quiser participar, ou indicar alguém para nossa coluna, entre em contato com o JP3 pelo Facebook (/jornalpredio3) ou pelo Instagram: @jornalpredio3

“Na colônia penal” de Franz Kafka
Para o professor Garbellini, o livro é uma leitura essencial para alunos de Direito, em razão de permitir uma reflexão sobre a relação entre direito, poder e violência, estimulando ponderações sobre as razões da formação das leis e a importância da atividade hermenêutica para o Direito. Relata a historia de um viajante enviado a uma colônia penal para dar sua opinião sobre seus métodos de punição. Lá, ele se depara com uma máquina que marca a sentença no corpo dos condenados e depois os mata. As metáforas usadas por Kafka, um dos mais influentes autores do século XX, nos fazem refletir sobre o
funcionamento do sistema judiciário penal e sua real efetividade. (Obra
disponível para empréstimo na biblioteca do prédio 02)

“A cidade antiga” de Fustel de Coulanges
É um livro importante pois estabelece noções sobre elementos gerais do
Direito, trazendo uma boa reflexão sobre a origem dos sentidos do direito e da
justiça. Fustel de Coulanges é considerado um dos mais importantes
historiadores franceses. Nesta obra, trabalha a evolução política e social das
antigas Grécia e Roma, explorando todo o processo de evolução da Cidade
Estado e suas instituições sociais, jurídicas e religiosas através da análise de
extensa documentação, buscando não se influenciar por fatores externos. Para
o autor, a obtenção do verdadeiro conhecimento sobre os povos grego e
romano exige que os estudemos sem considera-los como nós, e sim como
estranhos. (Obra disponível para empréstimo na biblioteca do prédio 02)